Quarta-feira, 17 de Agosto de 2005

.::Metamorfoses::. (VII)

De rompante, puxo o relatório e deparo-me com o resultado que provoca em mim um tremor pelo corpo, cai-me uma lágrima que me percorre a face e lava-me a alma após tanto sofrimento. Soltei um grito de liberdade, o resultado deu negativo!


 


Saí dali, já tarde! Cheguei a casa cansado, tomei um bom banho e joguei-me sobre a cama. Dormi como já não dormia a tanto tempo, soube tão bem!


 


Acordei, bem cedo! Mesmo antes do galo cantar e fiz-me ao caminho, tinha que juntar-me aos meus amigos, estou cheio de saudades.


 


Quando cheguei lá, a porta estava aberta, fui até à cozinha e encontrei três pessoas diferentes:


- Opps! Desculpem!


- Não faz mal! Falou-me uma rapariga muito gira, alta, morena, olhos meios para o verde, cabelo preto ondulado, mesmo muito interessante! Nós, estamos cá a ficar havia ainda quartos vagos. Deves ser o Ruben, os teus amigos já nos falaram de ti.


- Pois sou! E vocês são?


- Eu sou a Susana, esta é a Márcia e ele é o João, somos amigos e vamos passar cá as nossas férias de verão.


- Cool, nós também vamos passar! – disse eu – bem vou até ao jardim, esperar que os outros acordem, gostei de conhecê-los, espero que a gente se dê bem.


 


Fui para o jardim. Pôs-me a pensar sobre estes 3 novos “colegas”, a Susana é mesmo muito interessante, no entanto há qualquer coisa na Márcia que não está bem, faz-se vestir por cores escuras, tem no olhar muita mágoa e dor, não sei nada sobre ela simplesmente sei que tem algo que a perturba. Já o João, é um tipo meio esquisito, mal falou, tem um ar muito comprometedor. No entanto são apenas ideias que estou a conceber antes de os conhecer, logo se verá!


 


Depois de um dia de praia, nem nos apetecia fazer o jantar, fomos a casa convidar os nossos novos colegas a jantar fora, aceitaram.


O jantar foi como todos os nossos convívios, muita brincadeira muito riso e deu para ver que o pessoal novo era acessível.


 


Chegamos a casa, já um pouco tarde, foram todos deitar-se com excepção da Márcia, essa foi para a rua e eu fiquei a ver um pouco de Tv. A noite estava fria e decidi ir ver se estava tudo bem com a Márcia, ela estava sentada no muro. Subi devagar as escadas, ouvi um choro, aproximei-me em silêncio e nem queria acreditar no que via, fiquei sem reacção.


(…)

publicado por R.M. às 20:46
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