Domingo, 21 de Agosto de 2005

.::Metamorfoses::. (IX)

         - Podes dizer!


         - Eu tenho depressão! E…


         - Se quiseres não digas mais nada! Podemos falar quando estiveres preparada!


         - Posso falar agora…


         - Pareces uma pessoa normal, não diria que tens depressão, tenho uma ideia errada, talvez!


         - Pois!!! Já sofro de depressão há 3 anos, tenho que tomar diariamente comprimidos sem os quais fico completamente descontrolada. O que viste ontem são pequenos exemplos do que posso fazer sem pensar… ESTOU FARTA!


 


         (Começa a chorar)


 


         Fico sem saber o que fazer, nunca estive numa situação destas. Digo algumas palavras de reconforto, para tentar acalmá-la:


         - Vá lá, não chores. Uma rapariga tão bonita como tu não pode chorar.


 


         Ela sorri muito suavemente e dá-me um abraço.


 


         - Márcia, quero que saibas de uma coisa. Conhecemo-nos à pouco tempo mas podes sempre contar comigo! Sempre que penses em fazer alguma coisa que te prejudique, chama-me, procura-me e conversamos. Relaxamos e quero que contes sempre comigo.


         - Está bem.


 


         Descemos ambos e fomo-nos juntar aos outros. Houve uns comentários que nem liguei.


 


         Por notar um clima pesado, fui até à rua. Fui para o muro e pus-me a olhar para o mar.


         Aí como me faz bem estas férias! Longe de tudo e todos, no entanto muitas confusões têm acontecido e algo me diz que muito ainda falta por acontecer.


 


         Entretanto vejo um carro a chegar, era o guarda que faz a vigilância à casa. Entretanto o João, o novo colega, sai de casa a correr e entra no carro e vão embora.


 


         Durante todo o dia, decidiram todos descansar, eu aproveitei e coloquei o meu sono em dia.


 


         O dia de hoje passou mesmo muito rápido.


Já à noite, venho de novo para a rua, olhar para a Lua e para as estrelas faz-me pensar em coisas essenciais.


 


         Ouço de novo um carro a chegar, era de novo o vigilante e o João estava com ele. Vinham a falar pareciam muito cúmplices.


Saem ambos do carro com um ar muito comprometedor, olham para casa e de rompante, fazem algo que não estava à espera…


(…)

publicado por R.M. às 23:48
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